Confira 6 Inovações no Mercado Esportivo!

O mercado digital vem passando por grandes mu danças, devido à transformação digital e, principalmente, à web 3.0 (descentralização, privacidade e virtualidade da rede). Na esteira de tais transformações, emergiu o Metaverso e o NFT. E como poderia ser diferente, o Esporte está começando a surfar nessa tendência também. Confira 6 Inovações no Mercado Esportivo!

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Você sabe o que são o Metaverso e os NFTs? Descubra Já!

O Metaverso (o termo foi cunhado pelo escritor Neal Stephenson, no livro de ficção científica Snow Crash, publicado em 1992), é um ambiente virtual imersivo construído por meio de diversas tecnologias, como Realidade Virtual, Realidade Aumentada e hologramas, em que as pessoas interagem, por meio de avatares, realizam compras, divertem-se, jogam, assistem shows, etc.

Já os NFTs (tokens não fungíveis) são um certificado digital de propriedade, que atestam a autenticidade e autoria dum ativo, seja físico ou digital.

Tais certificados são únicos e registrados em uma “blockchain” (grande banco de dados público e imutável que utiliza criptografia).

Tamanho do Mercado

A previsão é que a novidade tenha vindo para ficar, já que o mercado do Metaverso movimentou US$ 47,69 bilhões em 2020. E a projeção é que atinja US$ 828,95 bilhões em 2028, com uma taxa de crescimento taxa anual de 43,3% entre 2021 e 2028, segundo a consultoria canadense Emergen Research.

Já o mercado de NFT movimentou US$ 2 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2021, segundo dados do site NonFungible.com. E, como não poderia ser diferente, o mercado esportivo está começando a surfar nessa tendência também.

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Vale destacar alguns exemplos da inserção do mercado esportivo no Metaverso!

Confira 6 Inovações no Mercado Esportivo!

1. O Corinthians criou uma plataforma de realidade virtual, em que é possível ver a Arena Corinthians em 360 graus, “visitar” vestiários, os corredores de acessos dos setores e até espaços exclusivos da zona de competição dos jogadores, como campo, vestiários, zona mista, sala de imprensa e sala de coletiva, ao som da torcida corintiana ao fundo (caso o torcedor opte por tal possibilidade);

2. O time também criou um fan token (ativo digital do clube – camisas, escudos, vídeos e tudo que envolve o ecossistema), que esgotou a venda em apenas 2 horas (850 mil unidades) e bateu recordes, no Mercado Bitcoin (patrocinador do clube).

Em troca do ativo, os fãs receberam o direito de indicar qual o próximo jogador (Ronaldo Fenômeno, Basílio e Gilmar dos Santos Neves) entrará para o Hall da Fama do Corinthians;

3. Já o Atlético Mineiro criou uma coleção de camisas históricas em formato NFT (cada uma com versões 2D e 3D);

4. Ademais, o clube também criou o seu “fan token”;

5. E A Nike criou e patenteou versões digitais dos seus produtos e inventou a Nikeland, seu mundo virtual no Roblox (plataforma de jogos);

6. Já a Adidas anunciou a criação da AdiVerse, metaverso da marca dentro da plataforma SandBox.

Agora, chegou a hora de você se inspirar nos grandes players do Mercado Esportivo, colocar em prática as técnicas do Design Thinking, gerar muitas ideias, a fim de transformar os seus produtos em NFTs.

Para tal, primeiro, é necessário saber como aplicar o Design Thinking na geração de ideias.

E como usar tais ideias para transformar os seus produtos esportivos em NFTs, a nova tendência do Mercado Esportivo.

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Você sabe o que é Design Thinking? Descubra Já!

Design Thinking é uma metodologia holística que visa promover o bem-estar das pessoas.

Para tal, identifica problemas que prejudiquem ou impeçam a experiência e o bem-estar das pessoas. E propõe soluções (novos significados aos produtos, serviços ou relacionamentos) sob diversas perspectivas e ângulos, por meio do trabalho colaborativo entre equipes multidisciplinares.

Para atingir tais objetivos, usa-se o Pensamento Abdutivo, em que se formulam perguntas a serem respondidas, a partir das informações coletadas durante a observação do problema a ser resolvido.

Durante o período de observação, é necessário mapear o contexto do problema a ser resolvido (a cultura, as experiências pessoais, etc.). E também observar perfis de usuários extremos, pois o raro e o obscuro nas observações podem levar a uma nova e interessante ideia.

O Pensamento Abdutivo, em que a solução se encaixa no problema, possui 3 fases (Imersão, Ideação e Prototipação).

1. A Imersão (primeira etapa) contextualiza o problema sob o ponto de vista do cliente e do usuário final. Tal etapa é subdividida em Imersão Preliminar e Imersão em Profundidade.

A Imersão Preliminar se refere ao entendimento inicial do problema.

E a Imersão em Profundidade, identifica as necessidades dos atores envolvidos no projeto;

2. Já a fase de Ideação gera ideias inovadoras, por meio de atividades colaborativas, que estimulam a criatividade;

3. E, por fim, há a etapa de Prototipação, em que as ideias geradas são testadas, a fim de propiciar o aprendizado contínuo e a validação da solução.

Tal processo não precisa ser linear. Pode-se começar pela prototipação, por exemplo. Uma vez que depende do projeto e do problema a ser resolvido.

Vale frisar que para propor soluções inovadoras, é fundamental abandonar o pensamento lógico cartesiano e pensar “fora da caixa”.

Como aplicar as ideias do Design Thinking e criar Inovações no Mercado Esportivo!

Você deve estar se perguntando como aplicar as ideias que gerou no Design Thinking em NFTs, não é mesmo?

Então, vamos ao passo a passo para transformar as suas ideias em NFTs esportivos?

O primeiro passo para transformar seus produtos, por ex, itens colecionáveis ou ativos digitais rastreáveis (uniformes, escudos, etc.) em NFTs, é se cadastrar  em uma plataforma como a MetaMask (mais usada para NFT e outras criptomoedas), Rainbow, Coinbase, Fortmatic ou Portis e criar a sua carteira digital (login).

Plataformas NFT

Em seguida, entrar numa plataforma de geração de NFT, como a Rarible ou a OpenSea, líder de mercado.

E cunhar (criar) um NFT, qualquer tipo de conteúdo digital nos formatos suportados, como PNG, JPEG, MP4, etc.

Vale ressaltar que é possível criar apenas um item ou uma coleção.

Ademais, não é necessário ter conhecimento em programação para criar um NFT, já que todo o processo de criação é realizado pela plataforma.

Custos

Tanto a OpenSea quanto a Rarible não cobram pelo registro, desde que você opte pela “cunhagem gratuita”.

Neste caso, o comprador do seu NFT pagará as taxas.

OpenSea

A cunhagem gratuita pode ser realizada na Polygon.

No entanto, a OpenSea cobra uma taxa de serviço de 2,5%, deduzida do preço de venda da NFT, após a primeira venda.

Vale lembrar que o preço de venda será em Ether (a moeda do Ethereum), embora você esteja usando a rede Polygon.

Vale ressaltar que a OpenSea tem uma seção dedicada a NFTs esportivos.

Rarible

A cunhagem gratuita também adiciona sua criação à coleção Rarible (as coleções são como pastas para NFTs), não a sua.

Já para lançar sua própria coleção, você precisa pagar as taxas.

Para tal, é necessário comprar alguns ethers (a moeda do Ethereum) ou o Flow (as taxas são mais baixas que as do Ethereum) para pagar por essas transações.

A plataforma também suporta o Tezos.

O segundo passo é registrar os seus produtos e preços.

Além de informações como nome e data, você pode definir, por exemplo, seterá comissão sobre futuras revendas de sua obra.

Também pode definir em quais coleções digitais aparecerá a obra, na do Rarible ou em alguma outra da sua escolha.

E, por fim, comercializá-los em um Marketplace, tal como a OpenSea, plataforma líder de mercado, e a Rarible.

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